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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

..dois..

Talvez o jeito de fazer o tempo parar..seja
não fazer nada, assim como parece haver
diferença entre 'tempos' ; o essencial (vivi-
do), e o cronológico (que passa).O primei
ro dá sensação de ser muito mais significa-
tivo e longo.Coisas vividas, presenciadas..,
quando a pessoa tinha 4..5 anos, e hoje,50
60 70,mantêm-se nítidas na memória.Acon
tecimentos, que para ela estão muito distan
te do hoje. Impressão de outra vida..dentro
desta vida. Fases, períodos..,em cada qual
respectivos hábitos, objetivos, etc..; dando
lugar a outros..em novas épocas. A quanti-
dade de informações presente na consciên
cia, e a cada dia aumentando sem cessar..;
por acaso o 'homem' tem idéia de até onde
vai essa capacidade? Pode ser que a diver
sidade relativa ao que cada um viu, viveu..,
seja fator a determinar diferentes conceitos
de 'tempo'. Vejo como limitado..tudo que
é físico. Quanto ao 'reservatório' de infor-
mações, o 'homem' tem notícia de que al-
gum deles um dia transbordou? Se sim, é
provável que somos uma coisa só.O inver
so levanta polêmica.
_______________________________
A força do 'amor', enraizada nas pedras..;
aquela que extravaza, desarma, descontro
la; que nos põe contra a parede, de onde
não se quer sair; revela o que somos,como
um ar nunca antes respirado. Enfeitiça, pa-
ralisa, acende o desatino; vulcão a derra-
mar o verdadeiro propósito, sufocado na
'tirania' das razões vestidas, do trilhar co-
mum; fruta de estufa, de sabor em nada
comparável ao exótico da selvagem, que
se faz sentir durante sensação acima dos
sentidos. Certos conceitos nascidos a par
tir dos costumes, passam a ser outros..en
quanto perdurem delícias proporcionadas
pela afinidade. Em contrário, descaracte-
rizada est la volúpia..........

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